São tantas as teorias que tentam decifrar onde está e como foi de fato a origem do universo, em que circunstâncias tudo surgiu, quais as variáveis envolvidas em todo o processo. Ainda existem muitas e muitas dúvidas sobre o que provocou o nascimento dos planetas, estrelas, suas galáxias e outros corpos celestes.
Na Terra, a natureza nos mostra que todas as substâncias são resultado de transformações de outras substâncias, sem exceção. Desde o princípio da vida do planeta, ele constantemente altera a si mesmo, criando complexas estruturas a partir de outras estruturas. É este o fundamento por trás da Lei da Conservação de Massas, de Lavoisier: nada se cria, tudo se transforma.
Na Terra, a natureza nos mostra que todas as substâncias são resultado de transformações de outras substâncias, sem exceção. Desde o princípio da vida do planeta, ele constantemente altera a si mesmo, criando complexas estruturas a partir de outras estruturas. É este o fundamento por trás da Lei da Conservação de Massas, de Lavoisier: nada se cria, tudo se transforma.
A teoria mais aceita, é a de que o universo se originou de uma grande massa de matéria primitiva, quente e densa, que se resfriou e se expandiu, liberando a energia necessária para se expandir e se reorganizar, muito tempo depois, na maneira como o conhecemos hoje. De acordo com a teoria do Big Bang, o universo continua se expandindo constantemente, como uma bexiga sendo inflada infinitamente. Não sabemos ainda se o universo possui uma extensão definida, nem se há de fato um espaço finito para isso.
Mas a questão é: e a massa quente e densa da qual tudo surgiu, de onde veio? E porque uma suposta explosão teria sido a ignição necessária para o processo? Se a lei de Lavoisier se aplicar a toda forma de matéria, então há também a possibilidade de o universo sempre ter existido, diferindo em seus diversos períodos apenas em seu estado.
Aplicando esta lei a este pensamento, podemos julgar que o universo sempre esteve presente, em uma dada extensão fixa ou não, tendo se transformado conforme o passar do tempo ao invés de se expandir, como propõe a teoria do Big Bang.
É comprovado cientificamente: não há como destruir ou criar matéria, ela sempre esteve lá, alterando seu estado e se reorganizando de acordo com as forças que atuam sobre ela. O que a teoria propõe, é que alguma coisa deu origem a toda a matéria existente no universo, mas o mais lógico é que a matéria é onipresente e simplesmente se alterou para formar o que chamamos de universo e tudo o que há nele.
Se a conservação de massas é válida em escala planetária, por que não seria em escala galáctica, ou ainda em escala universal?
É um bom ponto de partida para começarmos a questionar a idéia de que um dia não existia nada, no outro havia tudo.
Aplicando esta lei a este pensamento, podemos julgar que o universo sempre esteve presente, em uma dada extensão fixa ou não, tendo se transformado conforme o passar do tempo ao invés de se expandir, como propõe a teoria do Big Bang.
É comprovado cientificamente: não há como destruir ou criar matéria, ela sempre esteve lá, alterando seu estado e se reorganizando de acordo com as forças que atuam sobre ela. O que a teoria propõe, é que alguma coisa deu origem a toda a matéria existente no universo, mas o mais lógico é que a matéria é onipresente e simplesmente se alterou para formar o que chamamos de universo e tudo o que há nele.
Se a conservação de massas é válida em escala planetária, por que não seria em escala galáctica, ou ainda em escala universal?
É um bom ponto de partida para começarmos a questionar a idéia de que um dia não existia nada, no outro havia tudo.


